Dream Theater 4...
Sonho? Até achei que fosse. Mas os gritos na minha cabeça me faziam perceber que era o dia do meu julgamento. julgar uma pessoa que se defendeu, apenas, é um absurdo. Eu matei, chorei, sofri, mas foi pela minha vida. Por amor a ela.
O advogado me alertara sobre todas as possibilidades. Mas, naquelas sessões, eu só tive uma surpresa.
JP, entrando como testemunha da promotoria, me olhando com o olhar mais sujo do mundo. A minha amizade com ele havia esfriado e muito após o meu namoro com o Pablo. Mas não ao ponto de ele testemunhar contra mim.
Agora sim eu entendia que o que todos diziam era verdade. Eu gostava mesmo dele. Ele testemunhou contra mim, disse no depoimento que eu era mimada, agressiva, irônica e pirracenta. E que a paciência do ser humano é esgotável. O juiz, pela graça de alguém que eu não sei o nome, me absolveu. Entendeu que o que eu fizera fora sem intenção. Mas eu nunca ia entender porque o JP fizera aquilo. Nunca.
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Mudei-me para o Jardins. Era mais próximo ao teatro onde estava trabalhando.
- Eu não suporto mais ensaiar. Quero logo começar a apresentar.
- Calma, Sophia. Você é muito apressada. E além do mais, você ainda não está preparada. - disse-me a Fê.
Lancei um olhara a ela, do estilo "Do you want to die?", de Angelina Jolie, e ela logo explicou-se.
- Ah! Nem me olhe assim. Você sabe que é uma excelente atriz. Talvez a melhor desse grupo. Mas os laboratórios ainda não terminaram. Se transformar em assassina assim, não é brincadeira. É algo que eu acho que tem que se passar por isso. - falou ela, nem imaginando o que eu já passei.
- E o JP vai participar, mesmo? - perguntei.
- Vai. Ele vai te ajudar a sair do crime. Ele vai ser seu salvador.
O advogado me alertara sobre todas as possibilidades. Mas, naquelas sessões, eu só tive uma surpresa.
JP, entrando como testemunha da promotoria, me olhando com o olhar mais sujo do mundo. A minha amizade com ele havia esfriado e muito após o meu namoro com o Pablo. Mas não ao ponto de ele testemunhar contra mim.
Agora sim eu entendia que o que todos diziam era verdade. Eu gostava mesmo dele. Ele testemunhou contra mim, disse no depoimento que eu era mimada, agressiva, irônica e pirracenta. E que a paciência do ser humano é esgotável. O juiz, pela graça de alguém que eu não sei o nome, me absolveu. Entendeu que o que eu fizera fora sem intenção. Mas eu nunca ia entender porque o JP fizera aquilo. Nunca.
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Mudei-me para o Jardins. Era mais próximo ao teatro onde estava trabalhando.
- Eu não suporto mais ensaiar. Quero logo começar a apresentar.
- Calma, Sophia. Você é muito apressada. E além do mais, você ainda não está preparada. - disse-me a Fê.
Lancei um olhara a ela, do estilo "Do you want to die?", de Angelina Jolie, e ela logo explicou-se.
- Ah! Nem me olhe assim. Você sabe que é uma excelente atriz. Talvez a melhor desse grupo. Mas os laboratórios ainda não terminaram. Se transformar em assassina assim, não é brincadeira. É algo que eu acho que tem que se passar por isso. - falou ela, nem imaginando o que eu já passei.
- E o JP vai participar, mesmo? - perguntei.
- Vai. Ele vai te ajudar a sair do crime. Ele vai ser seu salvador.
